sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VOLTA ÀS AULAS...

Pois é pessoas... fiquei sem publicar nada em meu blog por um bom tempo, mas por um motivo mais que justo... FÉRIAS!!! ANTES DE MAIS NADA UM FELIZ 2010 A TODOS (AS)! Foram 30 dias com meus pais e irmã lá no Rio Grande do Sul, passando por Porto Alegre, Gramado (Natal Luz), Torres (banho de mar), Passo Fundo (formatura Fer) e até Palmeira das Missões (visitinha rápida para tios, primos e amada vovó)...
Aproveitei bastante... em breve publicarei umas fotinhas da viagem... SEGUNDONA (01.02) ESTAMOS NA ÁREA... EU AMO BIOLOGIA!!!!!!



ATÉ BREVE!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

COPENHAGUE 2009...

Começa hoje a 15ª Conferência das Partes das Mudanças Climáticas
Copenhague - Criar um fundo de no mínimo US$ 300 bilhões para que os países em desenvolvimento consigam se adaptar aos desafios impostos pelas consequências do aquecimento global; reduzir drasticamente o desmatamento de florestas; estabelecer um conjunto de ações nacionais de mitigação para os estragos já existentes e compartilhar tecnologias de ponta com quem não as detém. Esses são alguns dos principais desafios que começam a ser discutidos hoje em Copenhague, na Dinamarca, durante a 15ª Conferência das Partes da Convenção das Mudanças Climáticas. O desafio da Organização das Nações Unidas (ONU), que preparou o encontro entre os chefes de Estado, vai além de criar um fórum adequado para o debate sobre um tema de vital importância. A maior expectativa é de que dali saiam instrumentos e um cronograma para a implementação de planos com a meta de garantir a própria sobrevivência da humanidade. Está em jogo o comprometimento de cada país com o futuro - seja do ponto de vista ambiental, para assegurar condições mínimas de segurança alimentar aos mais de 6 bilhões de famintos ou para evitar que avancem as possibilidades de escassez de água potável. É preciso também se debruçar sobre a saúde pública, no que tange ao ressurgimento de doenças até então erradicadas em alguns locais, mas que com as mudanças climáticas voltam a assolar comunidades inteiras. Além disso, há a difícil tarefa de lidar com a pobreza extrema e as desigualdades sociais gritantes, em países que ainda estão se desenvolvendo economicamente como o Brasil, a Índia, a Indonésia, tendo que falar ao mesmo tempo em manter as árvores de pé. O desafio é dantesco. Muitos interesses políticos e econômicos estão envolvidos.OtimismoPara o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, nem tudo será decidido em Copenhague. "Mas estou bem mais otimista do que estava há dois meses. Acho que o Brasil teve um papel importante nas duas últimas semanas, quando anunciou suas metas, pois na sequência vieram os Estados Unidos e a China (que respondem juntos por 40% das emissões mundiais de gases causadores do efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono), que estavam dando o abraço dos afogados, anunciando o naufrágio do encontro antes da hora e acabaram recuando; depois vieram as metas da Índia, da Indonésia e da Coreia. Fomos uma peça essencial, como no jogo de xadrez, provocando uma reação em cadeia. Agora, acho que ninguém vai tirar seus números, mas promover um avanço nessa discussão", diz.Segundo a diretora de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Branca Americano, vai estar tudo na mesa, principalmente a visão compartilhada que deve haver entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento, de mitigar os danos, adaptar às mudanças e à meta de redução, financiar nações mais pobres e compartilhar tecnologias de desenvolvimento limpo com quem precisa. "É preciso que a conferência crie uma sinalização mundial de mudança", comenta.Os líderes europeus têm sido dos poucos a falar em dinheiro para financiar as adaptações necessárias às mudanças no clima. Recentemente, eles concordaram em defender uma "contribuição pública internacional" de até US$ 75 bilhões anuais até 2020, para financiar o combate ao aquecimento global nos países em desenvolvimento.De acordo com o secretário-executivo do Fórum Mineiro de Mudanças Climáticas, Milton Nogueira, as convulsões no planeta podem ser irreversíveis se não forem adotadas metas agregadas de no mínimo 40% em termos de reduções de emissão de gases e medidas que evitem o aumento da temperatura na terra em mais 2ºC. "Como de 1990 para cá as emissões aumentaram muito, a redução real deve ser entre 60% e 70%. A nova regulação em relação ao Protocolo de Kyoto precisa sair dessa conferência", argumenta. As cartas estão na mesa. As organizações não governamentais vão pressionar, e muito, os chefes de Estado que estarão em Copenhague. Resta aos que decidem pensar globalmente, e não de forma imediatista, mas para as futuras gerações.Entenda quais os principais pontos em discussão durante a COP-15Redução de emissões» O maior desafio é conseguir compromissos de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa até 2020, um passo importante no objetivo fixado para 2050 de reduzir em 50% a emissão anual de dióxido de carbono (CO2). Reduzir essas emissões implica um custo econômico em termos de eficiência energética e de mudança para tecnologias menos poluentes, medida que a crise econômica mundial tornou ainda mais polêmica. Os países industrializados são responsáveis pela atual situação, mas também deve ser levado em conta o futuro papel das economias emergentes, como Brasil, China e Índia, que hoje são fonte de metade das emissões de CO2.Financiamento» A meta é angariar fundos para ajudar os países em desenvolvimento a migrarem para uma economia com menos emissões de carbono, além de medidas de adaptação às inevitáveis consequências das mudanças climáticas. Os países pobres querem que os industrializados prometam 1% de seus Produtos Internos Brutos (PIB) por ano. A União Europeia (UE) considera que serão necessários US$ 150 bilhões anuais. Em Copenhague, os países participantes tentarão encontrar uma solução provisória, com um princípio de financiamento de bilhões de dólares no início de 2010. Outro tema espinhoso é definir quais instituições serão encarregadas da gestão desses recursos. Os países pobres já expressaram suas críticas contra o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.Status legal» Apesar dos vários encontros preparatórios, ainda não se chegou a nenhuma conclusão sobre o problema do status legal do futuro acordo. Os países em desenvolvimento querem que o Protocolo de Kyoto de 1997 seja estendido além de seu vencimento, em 2012. Entretanto, os Estados Unidos abandonaram esse protocolo, porque ele só é juridicamente vinculante para os países desenvolvidos, deixando de fora os emergentes e em desenvolvimento. Diante desse quadro, são duas as possibilidades: ampliar Kyoto, estabelecendo relações com os Estados Unidos, ou abandonar o Protocolo e adotar um novo acordo que inclua o país presidido por Barack Obama.Desmatamento» Os países com vastas florestas tropicais pressionam por um acordo que os ajude financeiramente a preservar os "pulmões" do planeta contra as emissões de CO2. No entanto, essa proposta enfrenta problemas técnicos, como, por exemplo, maneiras eficazes de medir a preservação e prevenir a corrupção e o desvio de dinheiro, garantindo que os recursos sejam de fato empregados para ajudar os países em desenvolvimento.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

REVISÃO 1° ANO...

ATENÇÃO 1°ANO... BAIXEM A REVISÃO PARA BIMESTRAL - 4°BIM - NO LINK ABAIXO.
BONS ESTUDOS!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

SABER CIÊNCIAS, DIREITO E DEVER...

O conhecimento sobre a área e suas tecnologias tornou-se tão essencial na aventura humana que ninguém mais pode ser privado dele.
Vivemos numa época em que tudo depende do conhecimento científico. Dos alimentos às roupas, dos medicamentos aos transportes, da comunicação ao entretenimento, tudo passa pelas Ciências e pelas tecnologias a elas associadas. Fundadas em argumentos lógicos e verificações experimentais, elas nos permitiram superar um tempo de mitos e crendices, cuja graça lembramos em velhos rituais, mas cujas desgraças não queremos reviver em privações e pestes. Por isso, na Educação escolar, as Ciências devem ser pensadas como um equipamento essencial à vida e não como uma admiração passiva da "Ciência dos cientistas". Quem desconhece a radiação que aciona, a fibra que veste, a proteína que come e o analgésico que toma também não sabe quando a vida surgiu e como evoluiu ou que a estrela-dalva é o planeta Vênus, cuja luz refletida nos alcança em minutos, enquanto o brilho da estrela mais próxima leva anos para chegar aqui. Também desconhece que as Ciências não são feitas de verdades eternas. Por dependerem do permanente direito à dúvida, são adversárias de sectarismos, superstições e preconceitos.
As crianças e os jovens precisam ser apresentados ao mundo - que já encontram tão complexo - e essa introdução é incompleta sem as Ciências. Mas como ensinar, em poucos anos, saberes conseguidos em séculos? E como pode um professor fazer isso se ele mesmo reconhece suas limitações? Comecemos por assegurar que bons professores não precisam ter todas as respostas, mas estimular, acolher e encaminhar todas as perguntas. Claro que também é preciso ensinar. Mas o quê, e com que ênfase? A escola pode e deve apresentar seus alunos às Ciências como linguagem, como instrumental prático e como visão de mundo, dando um tratamento diferente a essas três dimensões em cada etapa da formação. Na Educação Infantil, as crianças começam a denominar e a qualificar objetos e processos de vivência imediata - nessa fase, a investigação também é lúdica. O corpo, os bichos, os veículos, as florestas, os rios e as ruas são personagens e cenários de suas fantasias, seus desenhos e seus textos. Os pequenos colecionam e classificam folhas, insetos e parafusos e começam a estabelecer conexões causais e práticas. Para que serve a higiene? Por que os pássaros fazem ninhos? Qual a relação entre nuvens e chuva? Já a compreensão de ciclos naturais e seu aproveitamento energético, de equipamentos mecânicos e eletrônicos e sua forma operativa e de matérias-primas e processos produtivos exige maturidade maior - assim como o entendimento mais amplo da sexualidade só faz sentido ao se aproximar a puberdade, numa combinação de aspectos afetivos e éticos com os científicos. Finalmente, quando os adolescentes se preparam para o mundo dos adultos, pode-se apresentar as Ciências com estrutura mais formal: as tecnologias de forma mais abstrata, as substâncias decompostas em elementos da tabela periódica, o Universo descortinado em galáxias se afastando e as espécies como um processo evolutivo, em que a biodiversidade é ameaçada pela intervenção humana reforçada pelas Ciências, mas ao mesmo tempo também vigiada por elas. Por serem tão significativas na aventura humana, é indiscutível que as Ciências e suas técnicas devem ter presença garantida na formação escolar, ao lado das letras, das humanidades e das artes. Os jovens utilizam com naturalidade equipamentos de alta tecnologia e acompanham noticiários sobre avanços nas fronteiras do conhecimento. A escola pode ir além. Cabe a ela transcender essa cultura de consumo, de produtos ou de informação, promovendo uma cultura científica prática, ética e crítica. Quando isso acontece, também os professores se beneficiam e seguem aprendendo.
Luiz Carlos de Menezes.
Fonte: revista nova escola (edição 224)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

sábado, 14 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

GRIPE H1N1... NÃO SE FALA MAIS NELA

A gripe A, foi o centro das atenções em todos os noticiários por algum tempo, levando preocupação, e medo a muitas comunidades, mas como tudo em nossa sociedade, quando a mídia deixa de noticiar, parece que o problema desaparece. Acompanhem a reportagem do site G1 da rede globo e vejam que os problemas não acabam quando param de ser noticiados.

Nova gripe já causou mais de 6 mil mortos, segundo último balanço da OMS
Em uma semana, 359 casos fatais foram registrados.Contágios comprovados são 482 mil no mundo.
Um total de 6.071 pessoas morreu até agora por causa da nova gripe, segundo o último balanço divulgado nesta sexta-feira (6) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que assinala que o vírus já está presente em 199 países. O número de mortos representa um aumento de 359 casos fatais desde o balanço da semana anterior.
O continente com mais mortes é a América, com 4.399, seguido da Ásia, com 1.160, e Europa, com 300
A OMS afirma que uma transmissão intensa e persistente desta gripe continua sendo registrada na América do Norte, sem que haja indícios de que se tenha atingido um ápice, e com índices de contágios superiores aos das seis últimas temporadas de gripe. No México, acrescenta "foi registrado um número significativo de mais casos desde setembro que os que foram observados durante a primeira epidemia de primavera", acrescenta a OMS. E na Europa e Ásia Central e do oeste, começou cedo a temporada de gripe. Na Europa, foi registrada uma circulação intensa do vírus na Bélgica, Irlanda, Noruega, Espanha, Suécia, Grã-Bretanha, Alemanha e Holanda. Os casos de contágios comprovados em laboratório, segundo este balanço, são 482.300 no mundo, embora os países já não informam à OMS todos os casos, especialmente os mais brandos.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

DÉBORA, FOI UM SHOW DE AULA...

Muitos alunos esperam que seus professores sejam mais do que professores, mas que sejam cantores, atores, artistas circenses ou humoristas, para que as aulas sejam transformadas em uma "aula show", sob a condição de prender o aluno e despertar o interesse para a matéria. Particularmente em muitas ocasiões já fiz aula show, e nem sempre tive os resultados que esperava. Prefiro dar um show de aula, ou seja, priorizar o conteúdo, mesmo que diversificando a didática, pois acredito que o interesse deve ser no próprio conhecimento.

Hoje tive a feliz honra de assistir um show de aula, que não foi nem de longe uma "aula show", pois o jeito de ser da aluna Débora Schevinski, não a permitiu, brincar, cantar ou virar cambalhotas hoje, mas sim focar no conteúdo em que ela se propôs a ministrar a mim e a seus colegas... e foi UM SHOW!!! Por vários momentos me arrepiei ao ver a desenvoltura de uma aluna apresentando um conteúdo (origem da vida e evolução), com tamanho domínio e tão bem exposto. OBRIGADO Débora, por dar esse presente a este professor, pois não deste só uma aula hoje em meu lugar, me deste o presente de poder assistir uma aula bem preparada, bem explicada e que nitidamente foi feita com prazer... Que Deus a abençoe cada vez mais, e que você sirva de inspiração para tantos outros, que possuem tanto potencial como você, mas ainda não permitiram o desenvolvimento e ou expressão do mesmo!

Obrigado a cada um dos meus alunos que tanto me honram e surpreendem fazendo que esta "missão" de ser professor seja a cada dia uma aventura...



MINHA TAREFA É CUIDAR QUE O ALUNO APRENDA, MINHA GLÓRIA É O ALUNO QUE SABE PENSAR".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

DIA DOS PROFESSORES...

Este dia para mim, é o dia que lembro dos meus ex-professores, tia Madalena, tia Mara, prof. Edson, Jeferson, Nilo, Claudio, Levi, Silvio, Silvia, Débora... e tantos outros mestres que passaram por minha vida e deixaram um pouquinho deles comigo. Como gostaria de ter a oportunidade de reunir todos em um dia especial, onde eu poderia dizer o que só hoje eu sei, que eles foram um pedaço muito importante na construção deste profissional que sou hoje!
A todos os meus ex-professores, atuais professores e colegas professores meu mais profundo desejo de felicidade, que nossos alunos nos olhem com o carinho, de um dia do professor, todos os dias!
Um grande beijo a todos os alunos, que de uma maneira ou de outra, lembraram deste professor que ama sua profissão e trabalha para a felicidade de todos... Muito obrigado pelo carinho e que Deus abençoe a todos nós!!!

SIMULADO 2°A...

Conteúdo simulado 2°A:
  • desenvolvimento embrionário;
  • tipos de ovos;
  • anexos embrionários;
  • zoologia

PARABÉNS ALUNOS SÃO JOSÉ...

Parabéns aos alunos do Centro de Educação Básica São José pelos ÓTIMOS resultados nos simulados da Gazeta e do Mário Spinelli...


"A PRIMEIRA VITÓRIA É CONQUISTAR A SI MESMO!"

(Platão)

Parabéns pela conquista!!!


SIMULADÃO MÁRIO SPINELLI:

1° LUGAR - Gabriel Bernardi

2° LUGAR - Raquel Potrich

3° LUGAR - Lucas Bonfanti

4° LUGAR - Lucimara Beserra


SIMULADO GAZETA:

1° LUGAR - Ana Clara Gatto

2° LUGAR - Ana Beatriz Carvalho

3° LUGAR - Luisa Steffanello

4° LUGAR - Luane Caroline Aquino

5° LUGAR - Fernanda da Rocha

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

SIMULADO 3°B...

Nesta sexta-feira teremos o primeiro simulado do quarto bimestre... ESTUDEM BASTANTE!
conteúdo: Genética.

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS...

Fiquei um tempo pensando em um assunto que um aluno trouxe para debater em sala de aula, onde lemos uma reporagem sobre doação de órgãos. Este aluno relatou o sofrimento do pai que esperava por um transplante de rim, e que tinha que fazer dialise dia sim outro não... este tipo de situação parece que nunca vai acontecer com a gente ou com pessoas próximas, mas acontecem...
Entrei no site: http://www.sejaumdoador.com.br/. Entre também e PENSE SOBRE ISSO!


PORQUE DOAR:

A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas.