quinta-feira, 3 de março de 2011
CEBSJ - 1° ANO MATUTINO...
CEBSJ - CONTEÚDOS DE PROVAS PARCIAIS...
quarta-feira, 2 de março de 2011
DICA DE LEITURA...

FAMÍLIA...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
CURIOSIDADE E BIOLOGIA - BEIJO...
O BEIJO EM NÚMEROS
O BEIJO EM NÚMEROS

- Quando beijam, 97% das mulheres fecham os olhos. Apenas 30% dos homens fazem o mesmo.
- Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos (doze dos lábios e dezessete da língua).
- O beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 quilos sobre os lábios.
- Uma pessoa troca, em média, 24 000 beijos (de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados) ao longo de sua vida.
- Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por três dias.
- Em cada beijo, os dois apaixonados trocam 9 mg de água, 0,7 g de albumina, 0,18 g de substâncias orgânicas, 0,711 mg de gorduras e 0,45 mg de sais.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
ESTIMULE SEU CÉREBRO...

Ao longo do período escolar é normal que o aluno sinta cansaço excessivo, principalmente se estiver sobrecarregado com várias atividades em um único dia.
No decorrer dos meses, pode manifestar preguiça mental, pois o cérebro não suporta ficar com uma sobrecarga, sendo que não há momentos para relaxar através de atividades espontâneas e livres, que nunca aparecem.
Na verdade o cérebro precisa ser estimulado para que não se torne preguiçoso, mas a família deve organizar uma agenda de atividades que não deixe o jovem com grande quantidade de atividades.
Aprender um instrumento musical também é uma forma de estimular o cérebro, pois o estado de concentração faz parte desses momentos. Como é uma atividade considerada lúdica e divertida, também alivia as tensões e proporciona prazer para quem exerce.
Jogos como quebra-cabeça, mímica, de seqüência lógica, xadrez, ligue 4, cubo mágico, senha, cara a cara, também auxiliam muito na concentração, servem como estímulo para não deixar o cérebro ficar preguiçoso.
Alguns terapeutas indicam exercícios que podem ajudar no funcionamento do cérebro, impedindo-o que se torne preguiçoso, como: usar o relógio no braço contrário, comer com a mão contrária à que você usa habitualmente; andar de costas dentro de casa; escovar os dentes com a outra mão, vestir-se com os olhos fechados; usar o mouse do outro lado; tentando quebrar os comportamentos rotineiros, obrigando o cérebro a pensar diferente.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
DICA DE LEITURA...

FACEM - ED. FÍSICA LICENCIATURA 2010/2...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
PROCURA-SE...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
FACEM - ED. FÍSICA E ESTÉTICA...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
DONA NEUZA... MINHA MÃE... MINHA FORTALEZA!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
GABARITO DO TC 1 – 2.ª SÉRIE DO E. M.
FRENTE 1
1) Parede celular, plastídios e grandes vacúolos.
2) Proteção do protoplasma e sustentação mecânica.
3) A 4) C 5) E 6) A
MÓDULO 2
CÉLULA VEGETAL: PLASTOS E VACÚOLOS
1) C 2) C 3) D 4) D 5) D
6) Cloroplastos: fotossíntese.
Leucoplastos: reserva de amido.
7) a) Retículo endoplasmático.
b) Reserva e regulação osmótica.
8) B 9) B
MÓDULO 3
OS TECIDOS VEGETAIS
1) D 2) D 3) D 4) A
5) Felogênio e câmbio.
6) Raiz: produção de coifa e ausência de gemas laterais e de folhas.
Caule: ausência de coifa e produção de gemas laterais e de folhas.
7) Felogênio: súber e feloderma (parênquima).
Câmbio: floema (líber) e xilema (lenho).
8) Multiplicação das células das gemas laterais.
9) D
MÓDULO 4
OS TECIDOS ADULTOS
1) D 2) E 3) C 4) D 5) B 6) A 7) D 8) A
MÓDULO 5
TECIDOS DE PROTEÇÃO:EPIDERME E SÚBER
1) B 2) B 3) C 4) D 5) B
MÓDULO 6
OS TECIDOS CONDUTORES (VASCULARES)
1) C 2) B 3) A 4) C 5) B 6) C 7) B 8) B
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
POR UM CURRÍCULO CONSISTENTE...
Entre tantas possibilidades, a escola deve optar por ensinar o que leva o aluno a desenvolver habilidades como o senso crítico e a ética
Não é de hoje que os educadores de diversos países se perguntam o que as crianças e os jovens devem aprender em sala de aula. Antigamente não havia dúvida: era preciso transmitir aos alunos os saberes que a humanidade acumulou nos últimos 10 mil anos em Ciências, Matemática, Literatura, Arte e as demais áreas do conhecimento. Sim, era uma grande pretensão, mas ninguém duvidava de que esse era o papel da escola.
Na contemporaneidade, essas certezas ruíram. Novas necessidades de aprendizagem foram surgindo ao mesmo tempo em que outras demandas sociais e culturais apareciam. Por uma série de motivos, a escola foi aos poucos tomando para si a responsabilidade pelo ensino de tudo o que uma pessoa precisa aprender durante a sua formação. Como bem compara o educador português António Nóvoa, muita gente toma essa instituição como um pote, em que são colocadas diversas coisas: além das que já estão lá – as diversas disciplinas –, se juntam também aulas de cidadania e meio ambiente, atitudes para prevenir a AIDS, a violência sexual e os acidentes de trânsito, noções de higiene pessoal e de saúde pública etc., etc., etc.
Fonte: Revista Nova Escola - 06/2010
* Fernando José de Almeida é filósofo, docente da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e vice-presidente da TV Cultura – Fundação Padre Anchieta.
